terça-feira, 25 de maio de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
A BE e o Jornal 100 Comentários
Na valsa mórbida que caracteriza a emancipação da mulher não há moral da história.
Sob a égide do movimento sufragista da era pós revolução industrial que se limitou a reproduzir a submissão do género em novas formas, a consciência da fragilidade da condição de ser-se mulher em quase nada se alterou neste breve panorama histórico de lutas e conquistas femininas.
Na nossa “condição” de sermos mulheres, continuamos a ter como função a de parir, criar e educar, subliminarmente transformadas em direitos quase inexistentes face a um despotismo masculino, ameaçado na sua identidade viril e, tantas vezes, confundido com paternalismos inconvenientes e exacerbados.
O elemento inquietante nesta versão traduz-se na ambição desmesurada de sermos semelhantes às Amazonas, convertidas religiosa e culturalmente em Fadas do lar. Por isso, e tal como diz Rimbaud “ Por delicadeza, perdi a minha vida.”
O véu de silêncio agudiza-se e nem mesmo a ciência, na sua procura genética de Deus, nos pode ajudar. Os determinismos culturais mantêm-nos vigilantes ao corroborar a fragilidade dos nossos direitos aparentemente conquistados.
A propaganda manipuladora da inferioridade da mulher perpassa pela literatura, pela filosofia e pela arte e prorrogara-se até aos dias de hoje em tratados debutantes pseudo-intelectuais e esquizofrénicos, apenas obliterada por pequenos testemunhos de homens e de mulheres que, sem problemas de auto-estima misóginos, fazem a apologia do feminino.
Tal como Diógenes, ando em pleno dia, com uma lanterna acesa, à procura de homens verdadeiros, eu acrescento, à procura de homens e mulheres verdadeiras.
Mesmo sabendo tratar-se de uma atitude inócua, tenho de imaginar-me feliz, tal como imagino Sísifo feliz, na metáfora inexorável da condição humana, sem géneros mefistofelicamente coisificados em objectos.
Sob a égide do movimento sufragista da era pós revolução industrial que se limitou a reproduzir a submissão do género em novas formas, a consciência da fragilidade da condição de ser-se mulher em quase nada se alterou neste breve panorama histórico de lutas e conquistas femininas.
Na nossa “condição” de sermos mulheres, continuamos a ter como função a de parir, criar e educar, subliminarmente transformadas em direitos quase inexistentes face a um despotismo masculino, ameaçado na sua identidade viril e, tantas vezes, confundido com paternalismos inconvenientes e exacerbados.
O elemento inquietante nesta versão traduz-se na ambição desmesurada de sermos semelhantes às Amazonas, convertidas religiosa e culturalmente em Fadas do lar. Por isso, e tal como diz Rimbaud “ Por delicadeza, perdi a minha vida.”
O véu de silêncio agudiza-se e nem mesmo a ciência, na sua procura genética de Deus, nos pode ajudar. Os determinismos culturais mantêm-nos vigilantes ao corroborar a fragilidade dos nossos direitos aparentemente conquistados.
A propaganda manipuladora da inferioridade da mulher perpassa pela literatura, pela filosofia e pela arte e prorrogara-se até aos dias de hoje em tratados debutantes pseudo-intelectuais e esquizofrénicos, apenas obliterada por pequenos testemunhos de homens e de mulheres que, sem problemas de auto-estima misóginos, fazem a apologia do feminino.
Tal como Diógenes, ando em pleno dia, com uma lanterna acesa, à procura de homens verdadeiros, eu acrescento, à procura de homens e mulheres verdadeiras.
Mesmo sabendo tratar-se de uma atitude inócua, tenho de imaginar-me feliz, tal como imagino Sísifo feliz, na metáfora inexorável da condição humana, sem géneros mefistofelicamente coisificados em objectos.
Inês Aguiar
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Diferenças Culturais por Andrea Liebzeit
Este foi o programa apresentado pela ilustre convidada:
- Diferenças culturais;
- pequeno teatro – uma cultura é vista de acordo c/ a herança cultural de cada povo;
- diferenças entre Alemanha e Portugal: pequeno-almoço, pontualidade ....
- Apresentação do programa do curso Técnico de Hotelaria aos alunos.
- pequeno teatro – uma cultura é vista de acordo c/ a herança cultural de cada povo;
- diferenças entre Alemanha e Portugal: pequeno-almoço, pontualidade ....
- Apresentação do programa do curso Técnico de Hotelaria aos alunos.
Palavras para quê? A atenção e participação do auditório revelam o êxito desta actividade, organizada pelo grupo de Inglês/Alemão.
Sempre em cima do acontecimento...A BE continua ao serviço da comunidade!!
quinta-feira, 20 de maio de 2010
A Arte, a Imaginação e a Filosofia











Depois da viagem meditativa, o desafio filosófico foi o de seleccionar uma palavra e metamorfoseá-la em desenhos.
Estes são os resultados.
Divirtam-se e vejam se são capazes de fazer melhor... Eh, eh...
Obrigada aos alunos do 3º A e à professora Fátima Lopes pela oportunidade de dar a conhecer este ateliê.
Estes são os resultados.
Divirtam-se e vejam se são capazes de fazer melhor... Eh, eh...
Obrigada aos alunos do 3º A e à professora Fátima Lopes pela oportunidade de dar a conhecer este ateliê.
Ateliê de Filosofia com Crianças
Até que a professora Laurinda os acordou...não gritou, não puxou orelhas, apenas perguntou...
Parabéns à parceria estabelecida entre a nossa Biblioteca e a Biblioteca da Escola Básica do 1ºCiclo São Pedro do Mar.
Técnicas de Relaxamento - Mestre Maria Elisabete
O auditório da Esla transformou-se num espaço de harmonia e tranquilidade no dia 19 de Maio. A Mestre Maria Elisabete equilibrou as energias ao proporcionar, no final da sessão, bem estar a todos os presentes. Renitentes no início, alguns alunos deixaram-se apenas contagiar no final da sessão. Obrigada mestre pela sabedoria interior partilhada ...
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