quarta-feira, 12 de maio de 2010
Olimpíadas da Europa no dia 12 de Maio
terça-feira, 11 de maio de 2010
Boletim Municipal de Loulé - Março 2010
Maratona da Poesia
Deliciem-se ...
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Os Prémios Nobel que ainda não são ...mas deveriam ser!

Artur Carlos Maurício Pestana dos Santos
PEPETELA
Artur Carlos Maurício Pestana dos Santos, conhecido pelo pseudónimo de Pepetela, (Benguela, 29 de Outubro de 1941) é um escritor angolano. A sua obra reflecte sobre a história contemporânea de Angola, e os problemas que a sociedade angolana enfrenta. Durante a longa guerra, Pepetela, angolano de descendência portuguesa, lutou juntamente com MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola) para libertação da sua terra natal. O seu romance, Mayombe, retrata as vidas e os pensamentos de um grupo de guerrilheiros durante aquela guerra. Yaka segue a vida de uma família colonial na cidade de Benguela ao longo de um século, e A Geração da Utopia mostra a desilusão existente em Angola depois da independência. A história angolana antes do colonialismo também faz parte das obras de Pepetela, e pode ser lida em A Gloriosa Família e Lueji. A sua obra nos anos 2000 critica a situação angolana, textos que contam com um estilo satírico incluem a série de romances policiais denominada Jaime Bunda. As suas obras recentes também incluem: Predadores, uma crítica áspera das classes dominantes de Angola, O Quase Fim do Mundo, uma alegoria pós-apocalíptico, e O Planalto e a Estepe, que examina as ligações entre Angola e outros países ex-comunistas. Licenciado em Sociologia, Pepetela é docente da Faculdade de Arquitectura da Universidade Agostinho Neto em Luanda.
Esta foi a sugestão da Professora Cidália Mendes para o mês de Maio.
Fez-se Grande e engrandeceu a BE!! Preparem-se para uma actividade com um cheirinho a África...
100 Comentários e a colaboração da BE
Revisitações Bibliotecárias
Desconstruindo todo e qualquer lugar-comum cristalizado em preconceitos, importa clarificar que as novas exigências deste cargo perpassam pela organização do espaço, assegurando a gestão funcional e pedagógica dos recursos materiais e humanos afectos a este serviço; pela definição e operacionalização de uma política de gestão dos recursos de informação, promovendo a sua integração nas práticas dos professores e alunos; pelo incentivo e apoio das actividades curriculares e extra-curriculares, estimulando os hábitos e competências de leitura, da literacia da informação e das competências digitais, trabalhando de forma colaborativa com todos os docentes e as estruturas pedagógicas.
Desafio herculeano e, no entanto, consubstanciado por uma equipa pedagógica extraordinária no apoio e desenvolvimento de projectos e actividades concretizadores dos objectivos subjacentes a este serviço. Nesse sentido, quero agradecer aos professores Ana Gonçalves; Laurinda Silva; Marta Pereira; Sandra Nunes; Cidália Mendes; Humberta Gomes; Reinaldo Correia; Victor Coelho e Rogélia Costa. Agradeço igualmente à minha assistente técnica, Inês Oliveira, cuja disponibilidade e eficiência têm contribuído para a eficácia deste centro de recursos. Por outro lado, a consolidação das boas práticas desenvolvidas ao longo deste ano lectivo deve-se também às parcerias estabelecidas e articuladas com os grupos disciplinares de Filosofia; de História; de Português; de Inglês/Alemão; de Francês; de Matemática; de Física e Química; de Biologia; de Informática; de Artes e de Educação Física; assim como à parceria estabelecida com as técnicas dos cursos profissionais de Cozinha e Restauração e Bar e à articulação com os professores da turma PIEF.
Deve-se igualmente à interacção dialógica com o jornal da escola 100 Comentários, aos professores de Português Língua Não Materna e à nossa Directora, cujo apoio incondicional tem sido condição necessária para a Biblioteca Escolar se transformar no centro nevrálgico desta instituição.
Sem pedantismos exacerbados da minha parte, obrigada a todos por transformarem a “Biblioteca no lugar mais espectacular da escola”, muitas vezes ofuscada e obliterada pelo paradigma da inoperância burocrática.


















