quarta-feira, 10 de novembro de 2010
São Martinho Sorridente e o 10º E
Esta imagem elucida a actividade a desenvolver no dia 11 de Novembro na Biblioteca Escolar.
Os alunos do 10º E são os ilustres convidados e vão atribuir os seus sorrisos...
A não perder!
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
A BE e a colaboração no Jornal da Escola "100 Comentários"
Bosch, As Tentações de Santo Antão
O Oitavo Pecado Capital
Nas minhas elucubrações heurísticas e numa apologia da serenidade, acrescento mais uma: a indignação.
Oxímoro teórico, próprio de uma apostasia omnisciente, onde a única redenção possível é o esquecimento pragmático de todos os nossos pecados capitais, incluindo o do direito à indignação. No desvelamento do que somos, a aletheia transforma-se numa lotaria de conceitos e a realidade histórica e actual é uma verdadeira ignomínia aos arquétipos da nossa matriz cultural.
O meu direito à indignação remonta à ira de Aquiles, à fúria agressiva de Filotectes, às increpações invectivas de Medeia, à loucura de Ajax, ao desespero inelutável de Electra e ao sofrimento de Prometeu, entre tantas outras referências literárias. Mas estas revelam-se como sendo apenas um consolo, uma vez que na prática o direito à indignação transformou-se no último pecado capital da humanidade e como nos diz Shakespeare, em Júlio César:
“ Os covardes morrem muitas vezes antes de morrerem;
O corajoso só uma vez o sabor da morte prova.
De todos os prodígios de que já ouvi falar,
O mais estranho me parece que temam os homens;
Posto que a morte, um fim inescapável,
Virá quando tiver de vir.”
No eterno retorno ao primitivo, a única inferência possível é que somos seres que tudo conspurcamos – esta é a nossa mácula divina, indelevelmente convertida num mecanismo lúgubre e surrealista de defesa do Eu.
Inês Aguiar
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Sugestões da tua Biblioteca - Isabel Allende
O facto de Mário Llosa, escritor peruano, ter ganho o prémio Nobel da literatura convida-nos a apresentar como sugestão da Biblioteca no mês de Novembro, mais uma escritora da América do Sul, continente de referência de lutas por causas da "Esquerda".
“Minha mãe era uma pessoa silenciosa, capaz de dissimular-se entre os móveis, de perder-se no desenho do tapete, de não fazer o menor ruído, como se não existisse; contudo na intimidade do quarto que dividíamos, ela se transformava. Começava a falar do passado ou a narrar suas histórias, e então o aposento se enchia de luz, desapareciam as paredes, dando lugar a incríveis paisagens, palácios abarrotados de objetos nunca vistos, países longínquos inventados por ela ou tirados da biblioteca do patrão; colocava a meus pés todos os tesouros do Oriente, a lua e mais ainda, reduzia-me ao tamanho de uma formiga, para eu sentir o universo a partir da minha pequenez, punha-me asas para vê-lo a partir do firmamento, dava-me uma cauda de peixe para conhecer o fundo do mar." (Isabel Allende, Eva Luna, 1987)
Vem ao encontro desta escritora na tua Biblioteca: “ Eva Luna”, “De Amor e de Sombra”, “Paula”, “A Casa dos Espíritos”, “A Cidade dos Deuses Selvagens” e “ Retrato a Sépia”
Biografia
Isabel Allende Llona nasceu em Lima. É jornalista e escritora chilena (apesar de ter nascido em Lima, sua família logo voltou para o Chile, sua terra natal). Filha de Tomás Allende, funcionário diplomático e primo irmão de Salvador Allende e de Francisca Llona. Isabel é considerada uma das principais revelações da literatura latino-americana da década de 1980. Sua obra é marcada pela ditadura no Chile, implantada com o golpe militar que em 1973 derrubou o governo do primo de seu pai, o presidente Salvador Allende (1908-1973). Escreveu A Casa dos Espíritos (1982) e ganhou reconhecimento de público e crítica. A obra é filmada em 1993 por Bille August, com Jeremy Irons e Meryl Streep.
“Minha mãe era uma pessoa silenciosa, capaz de dissimular-se entre os móveis, de perder-se no desenho do tapete, de não fazer o menor ruído, como se não existisse; contudo na intimidade do quarto que dividíamos, ela se transformava. Começava a falar do passado ou a narrar suas histórias, e então o aposento se enchia de luz, desapareciam as paredes, dando lugar a incríveis paisagens, palácios abarrotados de objetos nunca vistos, países longínquos inventados por ela ou tirados da biblioteca do patrão; colocava a meus pés todos os tesouros do Oriente, a lua e mais ainda, reduzia-me ao tamanho de uma formiga, para eu sentir o universo a partir da minha pequenez, punha-me asas para vê-lo a partir do firmamento, dava-me uma cauda de peixe para conhecer o fundo do mar." (Isabel Allende, Eva Luna, 1987)
Vem ao encontro desta escritora na tua Biblioteca: “ Eva Luna”, “De Amor e de Sombra”, “Paula”, “A Casa dos Espíritos”, “A Cidade dos Deuses Selvagens” e “ Retrato a Sépia”
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
A Amizade sabe...
As palavras da comunidade educativa da ESLA
A Amizade sabe:
A nada.
Morangos.
Doçura partilhada.
Lealdade.
A um ombro para chorar nos maus momentos.
Amor.
Cativar com alma e verdade.
A Amizade é para sempre. (Professora Carla Lopes)
Compreensão ilimitada.
Melhora a minha disposição.
Promete irmão para toda a vida.
É um esforço mágico e saboroso, que movimenta todos os corações.
Fidelidade.
Ao "Principezinho” de Antoine de Saint Exupery
A Amizade é dar uma “trinca”, saborear… Depois mais uma e mais outra. Sabe cada vez melhor! (Professora Graça Cardoso)
Eleja a melhor e deixe o seu comentário!!!
Cinema na Biblioteca Escolar - 3 de Novembro - 14.30H
Não perca a estreia do filme "Crepúsculo", no âmbito deste novo Projecto a decorrer quinzenalmente, às quartas-feiras, das 14.30 h às 17.00 h, neste centro de recursos. Este projecto chama-se “Cinema na BE” e tem como objectivo estimular nos alunos o prazer pela Sétima Arte, o cinema.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Biblioteca Escolar Virtual ... ou talvez não!!!
Magnífico este trabalho do professor Pedro Afonso… Viagem virtual pela Biblioteca Escolar e pelas suas actividades, numa experiência estética a atingir a metafísica … atrevam-se a clicar!
Face Painting na Biblioteca Escolar
O antes e o depois do Face Painting na BE. Verdadeiras Impressões criadas artisticamente pela professora Ana Carina... Vale a pena!!!!
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Speaker´s Corner e o Mês Internacional da BE
Aos professores Ângela Gonçalves e Reinaldo Correia, os nossos agradecimentos pelo empenho político!!! À professora Rogélia Costa, o talento fotográfico.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Palavras com Sabor no Mês Internacional das Bibliotecas Escolares
No dia 26 de Outubro, a Amizade teve outros sabores na Biblioteca Escolar. Inicialmente tímidos, a orientação da professora Cristina Dias, libertou os alunos do 10º D, de forma catártica para a beleza de partilhar a Amizade. Estas são as evidências... Saboreiem, apenas.
A AMIZADE é:
Uma página em branco. Não há palavras para a descrever.
Miguel Graça
A Inocência, a felicidade, a confiança, o partilhar. Ajudar o amigo. Não tem cor nem preconceitos.
Daniela Ramos
O carinho a fazer-se sentir com a outra pessoa, nos bons e maus momentos.
Ricardo Luz
Ter alguém ao nosso lado, que nos meta um sorriso na cara, independentemente do que possa acontecer.
Savannah Hipólito
Ajudar o próximo, quando ele mais precisa, independentemente de quem for.
Roberta Miranda
Felicidade, alegria, em poder confiar no outro.
Ana Rocheta
Algo que não tem idade e é muito mais do que a realidade.
Christophe Lopes
Um buraco escuro que é preenchido por algo ou alguém.
Márcio Lima
Das poucas coisas que nos podem salvar da solidão.
Rafael Teles
Não é apenas para os bons momentos da vida, mas também para os maus.
Carina Paulino
É quando damos a mão, quando um amigo cai.
Rosa Moreira
Algo que não escolhe raça, cor ou idade. A amizade não se descreve, a amizade vive-se.
Cíntia Santos
Estar ao lado do seu amigo a vida toda, e dar-lhe todo o amor que temos.
Aline Silva
Nunca largar a mão de um amigo, quando mais precisa.
Ana Guerreiro
Algo que une uma família, que a liga não só num laço sanguíneo, mas também num laço de companheirismo e amor.
Marlene Pereira
É ajudar um amigo nos bons e maus momentos e partilhar as coisas uns com os outros.
José Catarino
A união que se estabelece entre um amigo e uma amiga numa só corrente.
Joana Monteiro
A união entre todos, independentemente da raça ou da cor.
Filipa Santos
Partilhar os momentos bons e maus! A amizade é essencial para a vida e para unir os seres, independentemente da cor ou da raça. A amizade é universal.
Bruna Abrantes
A lealdade para um amigo.
André Bragado
A AMIZADE é:
Uma página em branco. Não há palavras para a descrever.
Miguel Graça
A Inocência, a felicidade, a confiança, o partilhar. Ajudar o amigo. Não tem cor nem preconceitos.
Daniela Ramos
O carinho a fazer-se sentir com a outra pessoa, nos bons e maus momentos.
Ricardo Luz
Ter alguém ao nosso lado, que nos meta um sorriso na cara, independentemente do que possa acontecer.
Savannah Hipólito
Ajudar o próximo, quando ele mais precisa, independentemente de quem for.
Roberta Miranda
Felicidade, alegria, em poder confiar no outro.
Ana Rocheta
Algo que não tem idade e é muito mais do que a realidade.
Christophe Lopes
Um buraco escuro que é preenchido por algo ou alguém.
Márcio Lima
Das poucas coisas que nos podem salvar da solidão.
Rafael Teles
Não é apenas para os bons momentos da vida, mas também para os maus.
Carina Paulino
É quando damos a mão, quando um amigo cai.
Rosa Moreira
Algo que não escolhe raça, cor ou idade. A amizade não se descreve, a amizade vive-se.
Cíntia Santos
Estar ao lado do seu amigo a vida toda, e dar-lhe todo o amor que temos.
Aline Silva
Nunca largar a mão de um amigo, quando mais precisa.
Ana Guerreiro
Algo que une uma família, que a liga não só num laço sanguíneo, mas também num laço de companheirismo e amor.
Marlene Pereira
É ajudar um amigo nos bons e maus momentos e partilhar as coisas uns com os outros.
José Catarino
A união que se estabelece entre um amigo e uma amiga numa só corrente.
Joana Monteiro
A união entre todos, independentemente da raça ou da cor.
Filipa Santos
Partilhar os momentos bons e maus! A amizade é essencial para a vida e para unir os seres, independentemente da cor ou da raça. A amizade é universal.
Bruna Abrantes
A lealdade para um amigo.
André Bragado
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