quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

ESCRITORES do MÊS




NOVIDADES DA NOSSA ESCOLA

na B ESLA






Temos  nova Poetisa!!!
Aqui vai um cheirinho dos seus poemas...

Maria Fael
Janeiro

Mês por inteiro, cheio, intenso de odores húmidos, quentes, frios e amargos que na Alma provoca estragos!
 Melancolia, agonia de quem sentia a companhia do que ficou para trás dia após dia. Janeiro, chora a Alma por inteiro!
No corpo sente-se o frio de um mês sombrio, do coração brota uma lágrima d’emoção.
Nos caminhos descobrem-se ramos secos, carentes de flores, carentes de amores! Janeiro, mês primeiro, sente-se a falta do dinheiro que se amealhou e rapidamente se gastou!
Começa com surpresas, incertezas de ano bissexto ou comum e para muitos será o único, o último ou o primeiro de doze, o mês de janeiro!



quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

in: http://cineteatro.cm-loule.pt/pt/agenda/15670/inauguracao-do-auditorio-do-solar-da-musica-nova.aspx

Inauguração do Auditório do Solar da Música Nova

01 de fevereiro de 2019

Concerto com docentes do Conservatório de Música de Loulé – Francisco Rosado 

Para este momento muito especial, que marca a abertura de uma novo auditório municipal (com capacidade para 120 lugares) na cidade de Loulé dedicado às artes performativas, encomendámos um concerto ao Conservatório de Música de Loulé, dando assim o mote para uma articulação triangular que se pretende regular, estimulante e criativa entre três espaços com missões diferenciadas mas com várias linhas de intervenção transversais: Cine-Teatro, Conservatório e, agora, a nova sala no Solar. 

O espetáculo a apresentar, com um repertório variado e apelativo, está a cargo de um grupo de docentes do Conservatório de Música, sob a coordenação musical de Manuel Rocha, que atualmente lidera a direção pedagógica daquela instituição.

Numa escola de artes faz sentido ter artistas. O Conservatório de Música de Loulé – Francisco Rosado tem a felicidade de, no seu corpo docente, contar com músicos profissionais, muitos dos quais se apresentam regularmente a solo ou integrados em formações diversas. O facto é que, numa área de ensino como esta, a presença de músicos é, desde logo, um elemento educativo fundamental, pelo muito que é veiculado pelo exemplo interpretativo. Talvez seja essa, pois, a razão do dito segundo o qual “mais vale ver uma vez do que ouvir dizer mil vezes”. Vinte e sete professores, executantes de 19 instrumentos musicais! Faz sentido que uma Escola de Música que desponta o faça (também) pela música gerada pelos seus professores/músicos.

Duração: 60 minutos (aprox.)
Org.: Câmara Municipal de Loulé/Cine-Teatro Louletano

  • Auditório do Solar da Música Nova
  • 21:30
  • Entrada gratuita
  • Público em geral
in; http://cineteatro.cm-loule.pt/pt/agenda/15647/pedro-abrunhosa--espiritual.aspx

Pedro Abrunhosa | Espiritual

31 de janeiro de 2019

“Durante os últimos dois anos escrevi e compus mais de trinta Canções das quais apenas quinze integram o meu oitavo disco de originais, Espiritual. Foram dois anos de intensas, e quase diárias, gravações com os Comité Caviar. No BoomStudios, sob a supervisão imaculada de João Bessa, que comigo assina a produção, o disco ganhou essência, depois corpo e, por fim, identidade. É um conjunto de Canções que, como todas, só ganharão vida plena no palco quando tocadas diante da cumplicidade do público. Agregado por uma atenção detalhada em todas as frentes, é, contudo, na construção literária que Espiritual assenta os seus alicerces. Nos tempos fugazes de atenções efémeras, tento que as minhas raízes bebam da fundura dos mundos: do interior e daqueles que aos meus sentidos se vão revelando.”

Pedro Abrunhosa

Duração: 75 minutos
Org.: Câmara Municipal de Loulé/Cine-Teatro Louletano

  • Sala de espetáculos
  • 21:30
  • 14 € / 12 € para maiores de 65 e menores de 30 anos (Cartão de Amigo aplicável)
  • M/06
in: http://cineteatro.cm-loule.pt/pt/agenda/15646/ix-mostra-de-cinema-da-america-latina.aspx

IX Mostra de Cinema da América Latina

De 24 a 27 de janeiro de 2019

Mostra de Cinema da América Latina tem a sua 9.ª edição entre 13 e 16 de dezembro de 2018, no Cinema São Jorge, em Lisboa, e entre os dias 24 e 27 de janeiro de 2019, no Cine-Teatro Louletano, em Loulé.

Desde Alanis, da argentina Anahí Berneri, até Severina, do brasileiro Felipe Hirsch, os trânsitos entre países, artes e artistas, nas mais diversas fórmulas, espelham a vitalidade e o espírito de cooperação de um território tão rico e diverso como a América Latina. Um cinema de contágio produtivo entre regiões, que nos traz também música, literatura e artes plásticas, olhando de frente para as mudanças políticas, geográficas e migracionais latino-americanas.

Programa

» 24 janeiro | 21h00
Alanis, de Anahí Berneri (Argentina, 82’)

» 25 janeiro | 21h00
Yo no me llamo Ruben Blades, de Abner Benaim (Panamá, Argentina, Colômbia, 85’)

» 26 janeiro
17h00 – Oscuro animal, de Felipe Guerrero (Colômbia, Argentina, Holanda, Alemanha, Grécia, 107’)
21h00 – Puntos de reencuentro, de Valentina Pelayo (México, EUA, 50’)

» 27 janeiro
17h00 – X500, de Juan Andrés Arango Garcia (Colômbia, México, Canadá, 108’)
21h00 – Severina, de Felipe Hirsch (Brasil, Uruguai, 103’)

Coordenação: Casa da América Latina (Lisboa) / Co-apresentação: Cinema São Jorge e Cine-Teatro Louletano / Produção: Bernardo Vilhena, Isabel Guedes / Comunicação: Miguel Ferreira Araújo, Patrícia Simões / Relações públicas: Adriana Drago

  • Sala de espetáculos
  • Ver programa específico
  • 3 € (por sessão/filme)
  • Público em geral
in: http://cineteatro.cm-loule.pt/pt/evento/15645/monstrare--v-mostra-internacional-de-cinema-social.aspx

Monstrare | V Mostra Internacional de Cinema Social

De 16 a 20 de janeiro de 2019

“Monstrare”, palavra latina que significa tornar algo visível, ou denunciar, dá novamente o mote para a 5.ª edição da Mostra Internacional de Cinema Social promovida pela Câmara Municipal de Loulé/Loulé Film Office. Este é o primeiro evento em Portugal dedicado exclusivamente ao cinema sobre temáticas sociais, sendo também o primeiro evento de cinema na Europa em 2019. Além da apresentação de filmes (curtas e longas metragens), haverá ainda espaço para debates com realizadores e um workshop de guionismo.
  
Programa

» 16 janeiro | 21h00 | Auditório do Convento do Espírito Santo
Short Films Day:
Ao telefone com Deus, de Vera Casaca (Portugal)
Seleção Shortcutz Week: Cheira-me a Espírito Jovem | Identidade Completa | A Mar | Horas Extra

» 17 janeiro | 21h00 | Cine-Teatro Louletano
As Horas de Luz, de António Borges Correia (Portugal), seguido de debate

» 18 janeiro | 21h00 | Cine-Teatro Louletano
Doc Day:
Andar em Frente, de Helena Inverno e Verónica Castro (Portugal), seguido de debate
Fracking the Contract, de Sophie Rousmaniere (Portugal/Estados Unidos da América), seguido de debate

» 19 janeiro | 21h00 | Cine-Teatro Louletano
Eu, Daniel Blake, de Ken Loach (Reino Unido/França/Bélgica)

» 19 a 20 janeiro | 10h00 às 13h00 / 14h00 às 19h00 | Sala 14 do Convento do Espírito Santo
Workshop de Guionismo, por Vera Casaca

Org.: Câmara Municipal de Loulé/Loulé Film Office / Apoio: Cine-Teatro Louletano

  • Sala de espetáculos e Auditório do Convento do Espírito Santo (Loulé)
  • Ver programa específico
  • Entrada gratuita (mediante levantamento de ingresso)
  • Público em geral

in: http://cineteatro.cm-loule.pt/pt/evento/15644/alice-no-pais-das-maravilhas--teatro-do-electricoteatro-da-terra.aspx

Alice no País das Maravilhas | Teatro do Eléctrico/Teatro da Terra

De 11 a 13 de janeiro de 2019

Teatro do Eléctrico / Teatro da Terra

Adaptação de Ricardo Neves-Neves, a partir do conto de Lewis Carroll
Uma encenação de Ricardo Neves-Neves e Maria João Luís

Alice no País das Maravilhas é a obra mais conhecida de Charles Lutwidge Dodgson, publicada em 1865, sob o pseudónimo de Lewis Carroll. É uma das mais célebres obras do género Nonsense e do Absurdo.

Uma menina chamada Alice é atraída através da sua curiosidade para uma toca de coelho, onde cai e é transportada para um lugar fantástico, povoado por criaturas particulares e onde impera uma lógica absurda e paralela à do nosso quotidiano. É um retrato crítico da Inglaterra vitoriana, a partir de figuras reais do meio por onde Carroll se move.

A linguagem criada por Lewis Carroll, numa constante fuga e crítica ao racionalismo, faz com que esta obra se desvie do padrão literário da época. O nonsense como linguagem representa de certa maneira a libertação de um modelo de discurso ou de normas literárias predefinidas, bem como da rigidez social que impera na era vitoriana.

Encenação: Maria João Luís e Ricardo Neves-Neves / Adaptação: Ricardo Neves-Neves a partir de Lewis Carroll / Tradução: Margarida Vale de Gato / Interpretação: Ana Amaral, Beatriz Frazão, Joana Campelo, José Leite, Leonor Wellenkamp Carretas, Márcia Cardoso, Maria João Luís, Patrícia Andrade, Pedro Lacerda, Rafael Gomes, Sílvia Figueiredo e Beatriz Maia, Helena Caldeira, Inês Dias (estagiárias do TNDMII) / Orquestra: Ana Cláudia Santos (flauta), Fernando Matias (baixo elétrico), Ivo Rodrigues (trompete), José Massarão (saxofone), Marcos Lázaro (violino), Paulo Lafaia (bateria), Pedro Ferro (piano), Rita Nunes (saxofone), Xavier Ribeiro (trombone) / Cenografia: Ângela Rocha / Figurinos: Rafaela Mapril / Confeção: Maria Afonso, Bárbara Madail, Madalena de Aires Mateus, Margarida Castro, Maria Helena Salgueiro, Lígia Garrido, Carla Geraldes / Vídeo: TEMPER creative agency / Desenho de luz: Pedro Domingos / Desenho de som e sonoplastia: Sérgio Delgado / Direção musical: Rita Nunes / Direção vocal: João Henriques / Caraterização: Cidália Espadinha / Assistentes de caraterização: Maria Eugénia Espadinha, Ricardo Corte Real e Gabriel Pessoa / Assistência ao trabalho plástico e operação vídeo: Daniela Cardante e Rita Capelo / Vídeo promocional: Eduardo Breda / Assistência de encenação: Rafael Gomes, Helena Canhoto e Diana Vaz / Produção executiva: Tadeu Faustino / Produção/Comunicação: Mafalda Simões / Direção de produção: Pedro Domingos e Ricardo Neves-Neves / Uma produção Teatro do Eléctrico e Teatro da Terra em co-produção com o Teatro Nacional D. Maria II, Teatro Nacional São João e Cine-Teatro Louletano / Apoios ao espetáculo: Antena 2, biclas.com, BillyBoom, Candy Cloud, Câmara Lisboa Clube, Fresco Produções, Leroy Merlin, Make It Happen, Misterius, Pecosita Pepito, Pollux, Polo Cultural Gaivotas/ CML, Turismo de Lisboa

Teatro do Eléctrico é uma estrutura financiada por Ministério da Cultura/Direção-Geral das Artes e Município de Loulé
Teatro da Terra é uma estrutura financiada por Ministério da Cultura/Direção-Geral das Artes e Município de Ponte de Sor

Duração: 105 minutos (aprox.)
Org.: Câmara Municipal de Loulé/Cine-Teatro Louletano

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019



in: 
https://www.publico.pt/2019/01/07/sociedade/noticia/portugal-maiores-diferencas-inscritos-secundario-chegam-superior-1856684
Portugal tem muitos alunos no secundário mas poucos chegam ao superior
Há mais estudantes no 12º ano do que nos parceiros da OCDE, mas os que ingressam numa universidade ficam aquém da média internacional. Modelo dos cursos profissionais e pouca diversidade de ofertas no superior ajudam a explicar o fenómeno.
7 de Janeiro de 2019, 7:07
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Poucos países no mundo têm uma diferença tão acentuada quanto Portugal entre o número de estudantes inscritos no ensino secundário e aqueles que acabam por ingressar num curso superior. Mais de metade dos jovens de 20 anos não está a estudar e, para os atrair, o país terá que fazer mudanças nos cursos profissionais, mas também nas formas de acesso e nas ofertas do superior, defende Cláudia Sarrico, especialista da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), que fará a conferência de abertura da Convenção Nacional do Ensino Superior, esta segunda-feira, em Lisboa.
Os dados do último Education at a Glance, o relatório anual sobre educação da OCDE, publicado em Setembro, mostram que, na população entre os 15 e os 19 anos, que é aquela que tipicamente está em idade de frequentar o ensino secundário, Portugal tem uma percentagem de alunos inscritos em instituições de ensino superior à média internacional – 89% contra 85% na OCDE.
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No intervalo seguinte, dos 20 aos 24 anos, idade em que a maioria dos alunos que segue para o ensino superior está a frequentar uma licenciatura, a situação inverte-se. A percentagem de população inscrita numa instituição de ensino, em Portugal, é de 37%, ao passo que, na OCDE é de 42%. Se o paralelo for traçado em relação aos restantes parceiros da União Europeia, o país perde ainda mais na comparação: a média europeia é de 43%.
Um outro dado do Education at a Glance 2018 permite perceber a evolução deste fenómeno. Se, aos 16 e aos 17 anos, Portugal tem 98% da população inscrita em instituições de ensino – contra 95% e 92%, respectivamente para cada uma dessas idades, na OCDE –, a partir dos 18 anos o indicador cai de forma abrupta: 82% de inscritos aos 18 anos, 65% aos 19 e apenas 54% aos 20 anos.
Quando o país apostou em alargar a população inscrita no ensino secundário, “fê-lo sobretudo por via dos cursos profissionais”, que hoje representam cerca de metade dos inscritos do 10.º ao 12.º anos, contextualiza Cláudia Sarrico, analista de políticas de ensino superior da OCDE, que vai comentar estes dados na Convenção do Ensino Superior. “Só que os cursos profissionais foram concebidos a pensar na transição para o mercado de trabalho, e não no prosseguimento de estudos”, afirma.
Muitos dos alunos que vão para o ensino profissional estarão, por isso, previamente menos disponíveis para prosseguir estudos, “porque queriam um tipo de ensino diferente de modo a ingressar no mercado de trabalho”, admite Sarrico. Além disso, mesmo que a dada altura possam pensar em continuar a estudar no superior, terão dificuldades.
Desde logo porque o concurso nacional de acesso se baseia em larga medida nos exames do ensino secundário e, nos cursos profissionais, os alunos não têm algumas das disciplinas em que há provas nacionais ou, quando as têm, os currículos são diferentes. Para responder a esta dificuldade, o Governo comprometeu-se, em 2017, a fazer mudanças na forma de acesso ao ensino superior para os alunos do ensino profissional, que até agora não foram concretizadas.
Além disso, a especialista da OCDE questiona se estes alunos estarão, de facto, “preparados para ter sucesso no ensino superior”, tendo em conta a forma como os cursos profissionais foram desenhados. E dá o exemplo da Holanda onde os alunos do profissional têm licenciaturas mais longas (de quatro anos em vez de três) do que os alunos que chegam ao ensino superior vindos do ensino regular.
Diversificar os públicos
O que também resulta evidente da comparação internacional que Cláudia Sarrico vai apresentar na Convenção do Ensino Superior é que Portugal tem um défice de qualificações neste nível de educação. Entre a população que tem 25 a 34 anos só 34% tem formação superior. Na OCDE são 44%.

O país “precisa de mais gente no ensino superior” e o que aconteceu no ensino secundário pode servir de modelo, defende a investigadora. “Da mesma forma como, quando se fez uma massificação no secundário teve que ser feita uma diversificação da oferta, também no caso do superior terá que acontecer o mesmo”, propõe Cláudia Sarrico.
Um exemplo relativamente recente do que podem ser as novas ofertas de universidades e politécnicos são os cursos técnicos superiores profissionais. Portugal também tem margem para aumentar o número de estudantes em regime de tempo parcial – em que é um dos países com menos alunos inscritos, com 5,19% contra 19,65% de média da OCDE –, mas também públicos adultos que estejam já no mercado de trabalho.
“A oferta tem de se adaptar para que seja uma oferta de qualidade e os alunos não só entrem como também progridam e saiam com as competências”, defende a investigadora da OCDE.
A conferência de abertura da Convenção Nacional do Ensino Superior será partilhada por Cláudia Sarrico e Pedro Teixeira, do Centro de Investigação de Política do Ensino Superior. Na mesa de comentário a essa intervenção estarão a investigadora do Instituto de Medicina Molecular de Lisboa Maria Mota, vencedora do Prémio Pessoa em 2014, o antigo Ministro do Desenvolvimento Regional, Miguel Poiares Maduro, e o politólogo Pedro Adão e Silva, bem como o ministro dos Negócios Estrangeiros e antigo ministro da Educação, Augusto Santos Silva, em representação do Governo.
O Governo tem um elemento em cada um dos seis painéis de discussão previstos para esta segunda-feira, em que vão ser debatidos temas como o acesso ao ensino superior, a acção social e o financiamento do sector. Entre os participantes estão membros de todos os partidos com assento na Comissão de Educação da Assembleia da República, bem como representantes dos estudantes. O Presidente da República fará o discurso de encerramento.
A sessão desta segunda-feira da convenção é a primeira de seis de uma iniciativa com a qual os reitores vieram reclamar um pacto de dez anos contra “estagnação” no sector. A discussão prossegue em Março, na Universidade de Aveiro, onde o tema será a articulação do ensino com a investigação. A terceira sessão acontece no mês seguinte no Porto e vai debater a aproximação do ensino superior às empresas, administração pública e agentes culturais.
Esta iniciativa do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas vai parar durante o período eleitoral e será retomada, no final do ano, após a tomada de posse do Governo que resultar das próximas legislativas. Serão então debatidos outros três temas: o papel das universidades no combate às alterações climáticas, a modernização pedagógica do ensino superior e a coesão territorial do pa


Festa Entreculturas
Ensino nocturno
2018