“À procura da felicidade” por Epifânia Borges
Era uma vez uma jovem chamada Ariana que tinha vinte anos, era solteira e morava numa aldeia com a sua família. A sua mãe tinha sido assassinada, por causa dum tesouro de família. A jovem queria vingar a sua morte e recuperar o tesouro perdido.
Certo dia, ela decidiu ir atrás do assassino de sua mãe. Mas, não sabia onde ele se encontrava. Primeiro, procurou numa gruta que ficava bem longe da aldeia. Quando lá chegou havia um silêncio enorme, parecia que não estava lá ninguém. Andou por todos os lados, contudo não viu ninguém. De repente, apareceu um homem e ela assustou-se, deu um salto e agrediu o homem, agarrando-lhe o pescoço. Disse-lhe:
“-Vais pagar pela morte da minha mãe e vais devolver o tesouro”.
O homem também assustado começou a gritar:
“-Eu não sou nenhum assassino”.
Ela soltou o homem e pediu-lhe desculpas. Este aceitou as desculpas e, por fim, tornaram-se amigos. A menina Ariana decidiu então não vingar a morte da mãe. Porém, não desistiu de encontrar o tesouro perdido, que era a única coisa que lhe traria felicidade depois da morte da mãe.
Então, encontrou um barco e partiu nesse barco para a sua viagem. Chegou a uma aldeia, onde lhe disseram que o homem que roubara o tesouro da família se encontrava num palácio. Foi andando pela floresta e encontrou um rapaz que a ajudou. O rapaz era alto, moreno, de olhos castanhos e chamava-se Aquiles. Contou-lhe tudo o que se tinha passado e assim seguiu a sua viagem acompanhada por Aquiles.
Mas, para chegarem ao palácio tinham que escolher entre dois caminhos: ir pelo mar ou, então, atravessar a montanha! Decidiram ir pelo mar. Arrumaram as suas coisas e partiram de barco, mas depois de quatro horas de caminho começou a ficar mau tempo. Veio uma tempestade enorme, chuva, relâmpagos, ventos fortes…o barco não parava de se mexer, ia de um lado para o outro. As águas entraram no barco e causaram muitos danos. A jovem Ariana ficou muito assustada e começou a ficar preocupada. Para piorar a situação, perderam-se e o barco afundou-se numa costa que ficava a cerca de quatrocentos quilómetros de distância do palácio…Então, tiveram pela frente mais dois dias de viagem.
Quando chegaram ao palácio, já eram catorze horas e trinta minutos. O palácio era enorme e nele habitava o seu inimigo. Tiveram que enfrentar os guardas para entrar no palácio. Depois de ter entrado, procuraram o assassino por todo o lado, mas não o encontraram. Subiram ao segundo piso mas não o viram, porque este já se tinha escondido. Quando os guardas entraram na sala, Ariana entrou em acção, houve uma luta e Ariana perdeu. Os guardas prenderam-na numa sala.
Passados dois dias, ela estava cheia de sede. Gritou tanto até que o assassino foi ter com ela e lhe disse para parar de gritar, mas ela não conseguia.
O assassino queria matá-la, mas o amigo da Ariana não o deixou. Entrou sem que ninguém se apercebesse, conseguiu libertar a jovem Ariana e deu-lhe água para beber. Os guardas viram Aquiles, mas o assassino mandou-os parar e perguntou a Aquiles:
“-Como é que te atreves a entrar no meu palácio e soltar a menina sem a minha autorização?”Mandou os guardas prenderem-no, no entanto, desta vez, não conseguiram. Ariana pediu-lhes que a matassem, mas Aquiles pegou-lhe no braço e aconselhou-a a segui-lo, pois encontrara o caminho para o tesouro perdido. Um dos guardas apontou uma arma à cabeça de Aquiles. Ariana atirou um vaso em direcção ao guarda e este caiu. Um homem que era cúmplice, e também testemunha de tudo aquilo que se passava, entrou naquela sala e contou toda a verdade.
O assassino foi morto por um dos guardas. O guarda que matou o assassino tentou ainda fugir, mas não conseguiu. A polícia chegou de imediato e prendeu-o. A jovem Ariana conseguiu o que tanto desejava, que era o tesouro da família. Depois do sucedido, regressaram a casa e foram recebidos com muita festa.
Certo dia, ela decidiu ir atrás do assassino de sua mãe. Mas, não sabia onde ele se encontrava. Primeiro, procurou numa gruta que ficava bem longe da aldeia. Quando lá chegou havia um silêncio enorme, parecia que não estava lá ninguém. Andou por todos os lados, contudo não viu ninguém. De repente, apareceu um homem e ela assustou-se, deu um salto e agrediu o homem, agarrando-lhe o pescoço. Disse-lhe:
“-Vais pagar pela morte da minha mãe e vais devolver o tesouro”.
O homem também assustado começou a gritar:
“-Eu não sou nenhum assassino”.
Ela soltou o homem e pediu-lhe desculpas. Este aceitou as desculpas e, por fim, tornaram-se amigos. A menina Ariana decidiu então não vingar a morte da mãe. Porém, não desistiu de encontrar o tesouro perdido, que era a única coisa que lhe traria felicidade depois da morte da mãe.
Então, encontrou um barco e partiu nesse barco para a sua viagem. Chegou a uma aldeia, onde lhe disseram que o homem que roubara o tesouro da família se encontrava num palácio. Foi andando pela floresta e encontrou um rapaz que a ajudou. O rapaz era alto, moreno, de olhos castanhos e chamava-se Aquiles. Contou-lhe tudo o que se tinha passado e assim seguiu a sua viagem acompanhada por Aquiles.
Mas, para chegarem ao palácio tinham que escolher entre dois caminhos: ir pelo mar ou, então, atravessar a montanha! Decidiram ir pelo mar. Arrumaram as suas coisas e partiram de barco, mas depois de quatro horas de caminho começou a ficar mau tempo. Veio uma tempestade enorme, chuva, relâmpagos, ventos fortes…o barco não parava de se mexer, ia de um lado para o outro. As águas entraram no barco e causaram muitos danos. A jovem Ariana ficou muito assustada e começou a ficar preocupada. Para piorar a situação, perderam-se e o barco afundou-se numa costa que ficava a cerca de quatrocentos quilómetros de distância do palácio…Então, tiveram pela frente mais dois dias de viagem.
Quando chegaram ao palácio, já eram catorze horas e trinta minutos. O palácio era enorme e nele habitava o seu inimigo. Tiveram que enfrentar os guardas para entrar no palácio. Depois de ter entrado, procuraram o assassino por todo o lado, mas não o encontraram. Subiram ao segundo piso mas não o viram, porque este já se tinha escondido. Quando os guardas entraram na sala, Ariana entrou em acção, houve uma luta e Ariana perdeu. Os guardas prenderam-na numa sala.
Passados dois dias, ela estava cheia de sede. Gritou tanto até que o assassino foi ter com ela e lhe disse para parar de gritar, mas ela não conseguia.
O assassino queria matá-la, mas o amigo da Ariana não o deixou. Entrou sem que ninguém se apercebesse, conseguiu libertar a jovem Ariana e deu-lhe água para beber. Os guardas viram Aquiles, mas o assassino mandou-os parar e perguntou a Aquiles:
“-Como é que te atreves a entrar no meu palácio e soltar a menina sem a minha autorização?”Mandou os guardas prenderem-no, no entanto, desta vez, não conseguiram. Ariana pediu-lhes que a matassem, mas Aquiles pegou-lhe no braço e aconselhou-a a segui-lo, pois encontrara o caminho para o tesouro perdido. Um dos guardas apontou uma arma à cabeça de Aquiles. Ariana atirou um vaso em direcção ao guarda e este caiu. Um homem que era cúmplice, e também testemunha de tudo aquilo que se passava, entrou naquela sala e contou toda a verdade.
O assassino foi morto por um dos guardas. O guarda que matou o assassino tentou ainda fugir, mas não conseguiu. A polícia chegou de imediato e prendeu-o. A jovem Ariana conseguiu o que tanto desejava, que era o tesouro da família. Depois do sucedido, regressaram a casa e foram recebidos com muita festa.
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